Pular para o conteúdo principal
Certa vez li um texto que contava uma linda experiência:
É a história de um carpinteiro que , após um dia exaustivo de trabalho, retornou ao seu lar acompanhado de seu chefe. Antes de entrarem em sua casa, o carpinteiro parou em uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com suas mãos.

Quando aquela porta se abriu, os traços tensos de seu rosto se transformaram e, com um grande sorriso nos lábios, abraçou sua esposa e filhos.

Mais tarde, o carpinteiro levou seu chefe até o carro: seu chefe lhe perguntou porque havia tocado na árvore. Respondeu o carpinteiro: “essa é minha árvore dos problemas, não posso evita-los, mas sei que não posso trazê-los à minha família. Então resolvi que toda noite eu deixaria os meus problemas nessa árvore os pegaria na manhã seguinte.”

Continuou o carpinteiro: “todas as manhas quando eu volto para pegar meus problemas, eles não são nem a metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior...”

Caro leitor, quantas vezes caímos nessa armadilha, permitindo que as dificuldades interfiram em nossa vida e em nosso lar, tirando-nos a paz e a tranqüilidade, impossibilitando que tenhamos momentos alegres junto aos nossos familiares.

É preciso refletir sobre nossas atividades como maridos, esposas e filhos.

Desafio você que comece agora a mudança, se você não tem uma árvore em frente a sua casa, crie uma em sua imaginação e deixe seus problemas lá fora. Não se pode descarregar na família as dificuldades que se recebeu no trabalho ou na rua. Os familiares não têm culpa de as coisas não saírem como se gosta ou espera. Se estiver nervoso dê um tempo, certamente Deus lhe ajudará a encontrar o equilíbrio necessário.

Em nossa casa procuramos nos conhecer, exercitamos diariamente o cuidado um com o outro. Às vezes, não é muito fácil, mas Deus tem nos ensinado a amar e respeitar cada um. É preciso lembrar que a família é nossa maior herança.

Que para tanto Deus nos abençoe!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendavais

Pegue-se olhando uma árvore no tempo, o vento soprará e ela irá pra lá e pra cá em um movimento suave e harmonioso. Essa mesma árvore em meio a um vendaval, seu movimento se tornará agitado, complexo e desarmonioso! E não estando bem enraizada, cairá.

Assim somos nós, árvores, nas quais soprando os vendavais da vida. Nossas raízes precisam ser profundas e fortes na Palavra que é o solo que nos sustenta; é necessário buscar a obediência, a fé, a perseverança, a confiança, a atitude, em nos esvairmos de nós mesmos e nos enchermos de Deus. .

Não serão poucas às vezes em que a angústia, a saudade, as boas lembranças, mas também as decepções nos alcançarão. É como o vendaval que torna o movimento desarmonioso, nos afastando, mesmo que por um momento do que nos mantém de pé.

Um bom exemplo de raiz profunda foi o Jovem Davi, o qual diante de um tufão chamado Golias, firmado em Deus, sua essência, triunfou! Ele não enfrentou somente o gigante Golias, também precisou lidar com suas limi…
ALEGRIA - Postura positiva ou emoção favorável; deleite. A Bíblia menciona vários tipos de alegria. Até mesmo os ímpios podem experimentá-la quando triunfam sobre os justos (1 Co 13.6; Ap 11.10).

Entretanto, a alegria que o povo de Deus precisa ter é santa e pura. Ela se mantém viva apesar das circunstâncias e concentra-se no caráter de Deus.

O salmista, por exemplo, regozijou-se com a justiça (71.14-16), com a salvação (21.1; 71.23), com a misericórdia (31.7), a criação (148.5), a Palavra (119.14, 162) e a fidelidade de Deus (33.1-6).

As características divinas, bem como seus atos, são a causa desse regozijo.

A alegria exigida do justo vem do Espírito de Deus. Esse tipo de alegria focaliza além do presente ela enxerga a salvação futura (Rm 5.2; 8.18; 1 Pe 1.4,6) e ela enxerga o nosso Deus soberano, que faz com que todas as coisas cooperem para o bem.

Esse tipo de alegria distingue-se do mero contentamento. É possível ter alegria mesmo em meio à tribulação (1 Co 12.26; 2 Co 6.10; 7.4).

ESTÁ…