Pular para o conteúdo principal
C. H. Spurgeon disse certa vez: "Um cachorro costumava entrar em meu jardim por um buraco na cerca e fazia ali o que não me agradava. Um dia eu joguei uma pequena vara sobre ele. O animal pegou o que eu lhe havia arremessado e depositou suavemente aos meus pés. Ele me cutucou com um ar de confiança e eu lhe afaguei a cabeça dizendo:” Bom cachorro! Pode voltar quando quiser “.

Enfrentamos, durante toda a vida, momentos de aflição que trazem incômodos aos nossos corações. Sentimo-nos, muitas vezes, atingidos por coisas e pessoas que julgamos invadirem o nosso espaço e o primeiro ímpeto que surge é o de reagir, Afinal, não podemos ter os nossos direitos violados e nem a•nossa liberdade atingida. Na realidade, nos faltam confiança e segurança. Não queremos encarar cada situação como uma forma de crescimento e aprimoramento de nossa vida pessoal e espiritual.

As circunstâncias se formam exatamente para que, encarando-as sem temor, possamos firmar nossos ideais e encontrar a melhor maneira de alcançarmos os nossos sonhos. Deus permite que coisas aconteçam em nossa vida para que aprendamos a lidar com nossas fraquezas e incertezas.

Em toda situação Ele se coloca à nossa frente, com as mãos estendidas, numa demonstração de que estará sempre pronto a interferir quando algo estiver errado. Diante de raios e trovoadas, e mesmo tendo que enfrentar momentos inesperados e agitados, com fé veremos a mão do Senhor operando e as nossas inquietações acabarão repousando suavemente diante de nossos pés.

Parece um pouco utópico pensar assim, principalmente em um momento em que toda a nossa segurança social e política parece estar sucumbindo causando tanta tristeza. Olhamos e só vemos questionamentos e dúvidas. Esse é um momento atípico, precioso para o crescimento. A sede de poder, posição financeira, tem corrompido homens e mulheres de bem.

Diante disso, vivamos na certeza de que há uma solução e que todos os nossos questionamentos e dúvidas acabam quando começa a soberana presença de Deus.

Que para tanto Ele nos abençoe!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vendavais

Pegue-se olhando uma árvore no tempo, o vento soprará e ela irá pra lá e pra cá em um movimento suave e harmonioso. Essa mesma árvore em meio a um vendaval, seu movimento se tornará agitado, complexo e desarmonioso! E não estando bem enraizada, cairá.

Assim somos nós, árvores, nas quais soprando os vendavais da vida. Nossas raízes precisam ser profundas e fortes na Palavra que é o solo que nos sustenta; é necessário buscar a obediência, a fé, a perseverança, a confiança, a atitude, em nos esvairmos de nós mesmos e nos enchermos de Deus. .

Não serão poucas às vezes em que a angústia, a saudade, as boas lembranças, mas também as decepções nos alcançarão. É como o vendaval que torna o movimento desarmonioso, nos afastando, mesmo que por um momento do que nos mantém de pé.

Um bom exemplo de raiz profunda foi o Jovem Davi, o qual diante de um tufão chamado Golias, firmado em Deus, sua essência, triunfou! Ele não enfrentou somente o gigante Golias, também precisou lidar com suas limi…
ALEGRIA - Postura positiva ou emoção favorável; deleite. A Bíblia menciona vários tipos de alegria. Até mesmo os ímpios podem experimentá-la quando triunfam sobre os justos (1 Co 13.6; Ap 11.10).

Entretanto, a alegria que o povo de Deus precisa ter é santa e pura. Ela se mantém viva apesar das circunstâncias e concentra-se no caráter de Deus.

O salmista, por exemplo, regozijou-se com a justiça (71.14-16), com a salvação (21.1; 71.23), com a misericórdia (31.7), a criação (148.5), a Palavra (119.14, 162) e a fidelidade de Deus (33.1-6).

As características divinas, bem como seus atos, são a causa desse regozijo.

A alegria exigida do justo vem do Espírito de Deus. Esse tipo de alegria focaliza além do presente ela enxerga a salvação futura (Rm 5.2; 8.18; 1 Pe 1.4,6) e ela enxerga o nosso Deus soberano, que faz com que todas as coisas cooperem para o bem.

Esse tipo de alegria distingue-se do mero contentamento. É possível ter alegria mesmo em meio à tribulação (1 Co 12.26; 2 Co 6.10; 7.4).

ESTÁ…