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40 dias de Jejum e oração

Infelizmente muitos têm olhado para o jejum como um fardo difícil de ser carregado, ignorando o verdadeiro sentido desta abstinência. Ficam sem se alimentar por um período, levado pelas circunstâncias (determinação da igreja ou algo semelhante), porém, não conseguem ver a grandeza deste ato de louvor ao Senhor. Infelizmente resumindo: Passam Fome!

O jejum deve envolver todo o nosso ser, a vontade é subjugada, a mente se volta para Ele. São momentos nos quais devemos fechar a porta para a existência e nos abrir totalmente para o Senhor. Longe de ser algo mecânico, ou encarado como uma obrigação, no entanto deve ser um ato que parte de nosso íntimo um reconhecimento da glória do Pai e do prazer em humilhar-se em sua presença.

Este ensino é dado ao povo escolhido desde os tempos dos reis, como uma prática agradável e que movia o coração do Senhor. Sua pratica era geralmente em situações difíceis, em que o socorro divino era indispensável. “... Jejuou Davi e, ... passou a noite prostrado...” 2Sm 12.16

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Vendavais

Pegue-se olhando uma árvore no tempo, o vento soprará e ela irá pra lá e pra cá em um movimento suave e harmonioso. Essa mesma árvore em meio a um vendaval, seu movimento se tornará agitado, complexo e desarmonioso! E não estando bem enraizada, cairá.

Assim somos nós, árvores, nas quais soprando os vendavais da vida. Nossas raízes precisam ser profundas e fortes na Palavra que é o solo que nos sustenta; é necessário buscar a obediência, a fé, a perseverança, a confiança, a atitude, em nos esvairmos de nós mesmos e nos enchermos de Deus. .

Não serão poucas às vezes em que a angústia, a saudade, as boas lembranças, mas também as decepções nos alcançarão. É como o vendaval que torna o movimento desarmonioso, nos afastando, mesmo que por um momento do que nos mantém de pé.

Um bom exemplo de raiz profunda foi o Jovem Davi, o qual diante de um tufão chamado Golias, firmado em Deus, sua essência, triunfou! Ele não enfrentou somente o gigante Golias, também precisou lidar com suas limi…
ALEGRIA - Postura positiva ou emoção favorável; deleite. A Bíblia menciona vários tipos de alegria. Até mesmo os ímpios podem experimentá-la quando triunfam sobre os justos (1 Co 13.6; Ap 11.10).

Entretanto, a alegria que o povo de Deus precisa ter é santa e pura. Ela se mantém viva apesar das circunstâncias e concentra-se no caráter de Deus.

O salmista, por exemplo, regozijou-se com a justiça (71.14-16), com a salvação (21.1; 71.23), com a misericórdia (31.7), a criação (148.5), a Palavra (119.14, 162) e a fidelidade de Deus (33.1-6).

As características divinas, bem como seus atos, são a causa desse regozijo.

A alegria exigida do justo vem do Espírito de Deus. Esse tipo de alegria focaliza além do presente ela enxerga a salvação futura (Rm 5.2; 8.18; 1 Pe 1.4,6) e ela enxerga o nosso Deus soberano, que faz com que todas as coisas cooperem para o bem.

Esse tipo de alegria distingue-se do mero contentamento. É possível ter alegria mesmo em meio à tribulação (1 Co 12.26; 2 Co 6.10; 7.4).

ESTÁ…

Melhor presente

Não tenho medo da morte porque sei que ela vai me levar um dia para junto de Deus, o que sinto é tristeza por ter que deixar esses três. De todas as alegrias que já tive nenhuma se iguala a honra que minha esposa me deu de ser pai, de gerenciar um ser que não é meu, mas do Senhor.
Não sou perfeito e nem busco ser herói para meus filhos, prefiro ensiná-los através da minha humanidade, das virtudes, mas também das debilidades e falhas, eles precisam ver que eu não sou perfeito, mas que em toda a minha vida eu tentei ser bom e amigo.
Se depois de minha partida quiserem dizer algo sobre mim, que possam erguer a voz com orgulho e dizer: foi meu amigo e me quis mais perto de Deus.
Meu desejo é viver com minha família como quem sabe que vai morrer um dia, e que eu morra como quem soube viver.
Como disse o apóstolo: esquecendo das coisas que ficaram para trás e prosseguindo para o alvo...